11 dicas para proteger seu filho pequeno do sol

ImageProxy (1)

Olá Bonitas!

O post de hoje é para as mamães de plantão…

É só o tempo esquentar para todo mundo pensar em passar o dia no parque, na piscina ou na praia. Mas quem tem filho pequeno deve ter atenção redobrada na hora de planejar programas ao ar livre para evitar danos à pele sensível dessa turminha.

Ainda estamos no verão, e essas dicas são super legais para aproveitarmos bem o sol com proteção….
1. Desde cedo
Os especialistas estimam que cerca de 80% da exposição solar aconteça até os 18 anos e que boa parte ocorra na infância, pois é uma fase da vida em que ficamos bastante tempo em ambientes abertos, muitas vezes sem proteção.

2. Cumulativo
A ação dos raios ultravioleta é cumulativa, ou seja, o excesso de sol que tomamos quando somos pequenos contribui para danos na pele até a vida adulta.

3. Idade mínima
Bebês de até 6 meses não podem usar protetor solar. Como a pele deles é mais fina, sensível e permeável, estão mais sujeitos a intoxicações provocadas pelas substâncias químicas.

4. Vitamina D
O sol é essencial para a síntese da vitamina D, nutriente responsável pela absorção e fixação do cálcio e que dá uma força para o sistema imunológico. No primeiro semestre de vida, dez minutos diários de exposição antes das 10 e após as 16 horas é suficiente.

5. Banho de sol
Apenas as pernas do pequeno podem ficar fora da área sombreada. Aos poucos, os braços e o tronco também podem ser expostos, mas a cabecinha precisa estar sempre protegida. O período no sol deve ir aumentando gradativamente até chegar a 30 minutos.

6. Roupas leves
O bebê deve usar roupas claras e de tecido bem leve, como algodão, e larguinhas, para facilitar a circulação do ar, além de um chapéu com as mesmas características. As peças feitas com fios que protegem a pele contra os raios UV são muito bem-vindas.

7. Barreira física
Depois dos 6 meses, o ideal é lançar mão de protetores específicos para a pele da criançada e que sejam físicos, ou seja, formem uma barreira capaz de refletir os raios UVA e UVB. Costumam conter óxido de zinco, ferro ou titânio. Os químicos podem provocar uma reação na pele. Por isso, não são indicados nessa fase.

8. Como aplicar
Cheque no rótulo se o produto também oferece proteção contra os raios UVA e se é hipoalergênico. Espalhe-o sobre o corpo do pequeno meia hora antes de ele se expor ao sol. A aplicação deve ser feita sem roupa para que nenhuma área fique desprotegida. Não se esqueça das orelhas, do pescoço e do dorso das mãos.

9. Reaplique
O processo deve ser repetido a cada duas horas, em média. Mas, se a criança ficar muito tempo na água ou suar demais, a frequência deve ser maior. Mesmo com essa proteção, os horários de pico do sol devem ser evitados.

10. Mormaço
O céu encoberto não é sinal de que o protetor pode ser deixado de lado, pois a maior parte da radiação consegue atravessar as nuvens e provocar danos na pele. E o pior: nesses dias, os raios infravermelhos, responsáveis por aquela sensação de calor, não chegam até nós, o que nos faz perder a noção do tempo de exposição.

11. Reflexos
O guarda-sol não deve ser encarado como uma proteção eficiente, pois, apesar de bloquear parte dos raios que vêm de cima, o reflexo do sol na areia ou no piso da piscina também atinge a pele.

Agora é só aproveitar esse calor com o devido cuidado!

Beijos

Sem Título-3

Fonte: MdeMulher

Esse post foi publicado em Otras cositas más e marcado , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s